domingo, 7 de julho de 2013

A ditadura da beleza - Augusto Cury -








Dr. Augusto Cury: O livro "A ditadura da beleza e a revolução das mulheres", que está no DAVI (Departamento de Audiovisuais da Canção Nova) e que está ajudando a Canção Nova contando com a sua pequena contribuição para o financiamento de suas despesas, saiu do fundo da minha alma, visto que apesar de ser considerado o escritor mais lido do Brasil, eu não estou totalmente feliz, porque o que adianta ter milhões de leitores, se há centenas de milhões de pessoas infelizes na terra: com depressão, anorexia nervosa, emagrecendo igual aos famintos da África, embora tenham a mesa farta; morrendo de fome ou de bulimia; provocando vômitos depois que comem, porque têm sentimentos de culpa por medo de engordarem, enfim, tendo uma auto-estima dilacerada? 
Então, eu me pergunto o que adianta ser um escritor tão lido se a sociedade está doente, de maneira que o meu objetivo ao escrever este livro não foi por causa de fama, não é por causa da questão financeira, é para ajudar a humanidade! Nesta obra, falo do Homem que mais defendeu as mulheres de todos os tempos: Jesus Cristo. Porque Ele fez das prostitutas rainhas e levou a condição das mulheres no mais alto patamar da dignidade, reconhecendo nelas o valor de seres humanos. 
Na sociedade capitalista as mulheres que aparentemente conquistaram o direito de votar, de trabalhar, de estudar, etc. foram massacradas por este padrão doentio de beleza que entrou no inconsciente e as aprisionou por dentro. Aliás, não apenas a elas, como também a adolescentes, visto que dezenas de milhões de adolescentes em todo o mundo estão desenvolvendo depressão, não poucos desenvolvendo idéias de suicídio e até mesmo praticando-as, tudo porque têm uma relação péssima consigo mesmos. 
Eles compram roupas, tênis caros e tantos objetos e, estão cada vez mais infelizes quando andam no rigor da moda procurando ter uma auto-estima elevada e uma felicidade sólida, mas o que acontece é que o resultado disso tudo é muito superficial e pobre, de modo que se tornam insatisfeitos, angustiados e não adquirem a verdadeira felicidade, porque não perceberam que cada ser humano é uma estrela viva e única no teatro da existência.

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